Por trás do ghostwriting: Veja como a ACE escreve artigos previdenciários

Imagem com estilo de colagem. Fundo claro apresentando uma estátua branca da dama da Justiça ao centro. À esquerda, há ícones de um malhete de juiz, livros de lei e mãos manuseando um documento. À direita, destaca-se o logotipo do INSS, além de ícones de um calendário, aperto de mãos e prédios. O fundo é composto por formas geométricas em azul, amarelo e verde, decorado com linhas que remetem a circuitos digitais.
Resumo
Como ghost-writers, somos proibidos de divulgar portfólio. Então, criamos este artigo para você conferir na prática como escrevemos, trazendo um exemplo da área previdenciária.
Sumário

A gente produz muitos artigos para sites de advogados, especialistas e empresas da área jurídica. 

Porém, os contratos são ghostwriting e não podemos divulgar nenhum projeto no portfólio da agência. 

Sei que esse é um dos principais pedidos dos clientes nos atendimentos.

Pensando nisso, decidi publicar uma série de artigos-portfólio, para vocês conferirem na prática como escrevemos! 

Hoje, o foco será o Direito Previdenciário, a área que mais atendemos na ACE. 

Mas, nos próximos, vamos trazer outros campos jurídicos, ok? Inclusive, me diga nos comentários qual outra área você quer ver por aqui! 

[💡Ao longo do texto, vou adicionar alguns insights em itálico, com comentários e dicas estratégicas, para você entender as técnicas que aplicamos na escrita do conteúdo jurídico.]

 

Contexto é tudo: Exemplo do Dr. Rômulo Luiz

Toda produção da ACE é construída a partir das informações coletadas na primeira reunião do projeto

É ali que definimos público, objetivo, tom de voz e posicionamento.

Neste exemplo fictício, o cliente é o Dr. Rômulo Luiz, advogado previdenciarista com atuação focada em RGPS (INSS):

 

  • O objetivo dele é atrair clientes para serviços de aposentadoria por idade rural (via administrativa e judicial). 

 

  • Seu público-alvo são pessoas mais simples. Por isso, o conteúdo será escrito com uma linguagem didática, clara e acessível, sem “juridiquês”.

 

  • Em termos de marketing, o Dr. Rômulo tem um perfil mais conservador, preferindo um tom informativo, respeitoso e menos comercial. É exatamente esse estilo que vamos adotar neste artigo.

 

Importante: Sempre adaptamos o conteúdo ao perfil e ao posicionamento de cada advogado

Temos escritórios mais conservadores, outros mais ousados em marketing jurídico. A escrita acompanha exatamente essa identidade e a estratégia comercial.

Agora, vamos ao artigo na prática! 

 

Retrato de uma mulher sorridente em uma fazenda ou campo de plantio. Ela usa um chapéu de palha de aba larga, macacão jeans (jardineira) e uma camisa xadrez vermelha e preta, com os braços cruzados. Ao fundo, desfocado, há vegetação verde, árvores e o que parece ser uma estufa ou estrutura de fazenda.

Aposentadoria por Idade Rural: Guia Completo 2026

A aposentadoria por idade rural é um benefício essencial para milhões de brasileiros. 

Só para você ter uma ideia, até outubro de 2025 o INSS concedeu mais de 900 milhões de aposentadorias rurais

A principal vantagem em relação à urbana é que você pode se aposentar com 5 anos a menos (se homem) ou 7 anos a menos (se mulher).

Por reconhecer o esforço do trabalho na roça, a lei permite essa aposentadoria um pouco mais cedo.  

Para garantir seu benefício no INSS sem erro, preparei esse guia completo, trazendo toda minha experiência como advogado especialista em direito previdenciário. 

Hoje, você vai saber como funciona a aposentadoria rural, quem tem direito, como dar entrada no pedido, como provar o trabalho no campo e até o que fazer se for negado

 

💡 Insights ACE: 

  • Dados verificáveis: IAs adoram citar estatísticas, isso aumenta a chance do seu artigo ser citado como fonte. 
  • Linguagem simples e direta: Gera conexão com o cliente e quebra a barreira do “juridiquês”. 

 

Como funciona a aposentadoria por idade rural?

A aposentadoria por idade rural é um benefício pago pelo INSS para pessoas que:

 

  • Trabalharam no campo por pelo menos 15 anos
  • Completaram uma idade mínima (60 anos para homens e 55 anos para mulheres)

 

Ao contrário do que muitos pensam, você não precisa ter trabalhado com carteira assinada. 

Se plantou, colheu, criou animais ou pescou na zona rural (como segurado especial), mesmo sem registro, você tem direito.

Inclusive se foi um trabalho em regime de economia familiar, em pequena propriedade.

 

💡 Insights ACE: 

  • Estrutura de lista (bullets points): Permite uma rápida extração da informação por IAs e facilita a compreensão do leitor, reduzindo o esforço mental. 

 

Confira as leis que garantem sua aposentadoria rural

Para você saber exatamente onde estão seus direitos, criei uma tabela com as principais leis que protegem sua aposentadoria rural: 

 

Lei

Por que importa?

Constituição Federal (art. 201, §7º, II):

É a base de tudo, que garante o direito à aposentadoria com idade reduzida especificamente para trabalhadores do campo.

Lei nº 8.213/1991 (art. 48, §1º)

É a lei do INSS, que define concretamente a idade mínima reduzida (60/55 anos) e reconhece o trabalho rural, inclusive aquele realizado em regime familiar (segurado especial).

Lei nº 8.213/1991 (art. 143) 

Traz a regra de transição especial. É fundamental para quem já trabalhava na roça antes de 1991 e não estava filiado ao sistema do INSS na época.

 

Conhecer esses artigos lhe dá muito mais segurança na hora de realizar o pedido no INSS ou na Justiça! 

 

💡 Insights ACE: 

  • Link da norma: Citar fontes oficiais mostra que a informação vem de um local seguro, o que aumenta a credibilidade do site perante o Google. Além de conferir transparência ao leitor, que pode conferir a lei. 
  • Resumo da norma: Explicações simples da lei trazem clareza ao cliente, melhorando a experiência de leitura e aumentando seu tempo de permanência no site. 

 

Quem tem direito à aposentadoria rural?

O direito à aposentadoria rural se aplica a 4 categorias de trabalhadores

É importante saber em qual delas você se encaixa, porque os requisitos de comprovação mudam:

 

Categoria

Quem faz parte?

Exemplo

1. Empregado Rural com Registro em CTPS 

Trabalhadores com registro na carteira de trabalho, assinado por um empregador rural (fazenda, usina etc.).

Cortador de cana ou tratorista contratado por uma empresa agropecuária.

2. Segurado Especial Rural (Agricultor Familiar)

Pessoas que trabalham individualmente ou em regime de economia familiar. 

Agricultor que cultiva o solo, colhe e vende seus produtos na feira local, sozinho ou com a ajuda da família.

3. Trabalhador Avulso Rural

Pessoas que prestam serviços para vários contratantes, sem vínculo fixo, intermediado por sindicatos ou cooperativas.

Trabalhador rural contratado para a safra de laranja, por meio do sindicato.

4. Contribuinte Individual Rural (Autônomo)

Pessoas que trabalham por conta própria e pagam a Previdência. 

O “boia-fria” que presta serviços de forma autônoma, mas que se organiza para recolher INSS.

 

Mas atenção: a única categoria que não precisa pagar o INSS para ter direito à aposentadoria por idade rural é a de segurado especial

Todas as outras (empregado, avulso e contribuinte individual) têm o desconto na folha de pagamento ou a obrigação de recolher a guia. 

Trouxe os exemplos do Sr. Luiz e da Dona Francisca, para você ver como funciona na prática:

 

  • Sr. Luiz: Ele planta cebolas com a esposa em um pequeno sítio e vende na feira. Mesmo sem recolher INSS, ele pode se aposentar por idade rural, porque se encaixa na categoria de segurado especial.

 

  • Dona Francisca: Ela é colhedora em uma usina de cana-de-açúcar, com carteira assinada. Ela também tem direito ao benefício, porém paga a Previdência com os descontos do salário todo mês, porque se encaixa na categoria de empregada rural

 

Agora, vamos ver as exigências que você deve cumprir para receber sua aposentadoria! 

 

💡 Insights ACE: 

  • Estrutura de tabela: Facilita a extração de dados por IAs e a absorção de informações pelo leitor. Motores de busca priorizam esse formato para exibir em resultados de pesquisas, aumentando as chances do seu site ser citado. 
  • Exemplos práticos: São didáticos e traduzem regras complexas em situações reais, o que facilita a compreensão do leitor. 

 

Veja os requisitos para receber aposentadoria por idade rural

Para ter o benefício aprovado pelo INSS, você precisa cumprir, ao mesmo tempo, 3 requisitos:

 

Requisito

O que é?

1. Idade Mínima

60 anos para homem e 55 anos para mulher.

2. Tempo mínimo de trabalho rural (carência)

180 meses (15 anos) de trabalho no campo. 

3. Atividade rural no momento certo (qualidade de segurado)

Você deve comprovar que estava trabalhando na roça quando completou a idade mínima ou na data do pedido da aposentadoria. 

 

Vale dizer que tempo de trabalho (carência) não é o mesmo que tempo de contribuição.

Isso significa que você não precisa ter pago INSS por todo o período

O que vale é provar que trabalhou na roça, pesca artesanal, lavoura familiar ou teve contrato com carteira assinada durante esses 15 anos. 

O próximo passo (e o mais difícil para a maioria), é saber como provar este tempo de trabalho. 

Mas, não se preocupe, vou detalhar tudo o que você precisa!

 

💡 Insights ACE: 

  • Frase conectando ao próximo tópico: O convite para o “próximo passo” cria um fluxo de leitura contínuo, mantendo o leitor engajado por mais tempo no site, o que sinaliza ao Google que o artigo é de alta qualidade.

 

Como provar os anos de trabalho rural (mesmo sem todos os documentos)

Se você trabalhou no campo com carteira assinada, é só apresentar o documento com os registros para o INSS.

E se o serviço foi sem registro?

O INSS entende que o trabalho no campo nem sempre gera um “documento perfeito”. 

Por isso, a lei exige apenas o que eles chamam de início de prova material.

Você deve estar pensando: o que é início de prova material

São documentos que, mesmo não cobrindo os 15 anos exatos, mostram que você trabalhou na roça nessa época. 

Com base nisso, você pode aproveitar meses e anos próximos dessas datas.

 

💡 Insights ACE: 

  • Traduzindo o “juridiquês”: Explicar conceitos complexos de forma simples facilita a compreensão do cliente e aumenta sua confiança no advogado. Além disso, essa clareza é interpretada pelo Google como um sinal de alta qualidade e transparência.
  • Autoridade do advogado: O leitor percebe que a prova é possível, mesmo sem registro em carteira. Isso prova sua experiência prática em resolver problemas reais dos clientes. 

 

Lista de principais documentos para aposentadoria por idade rural

É super importante reunir o máximo de provas que conseguir, dê atenção especial aos seguintes documentos:

 

  • Carteira de trabalho com registros rurais
  • Bloco de notas do produtor rural
  • Recibos ou notas fiscais de compra ou venda de produtos do campo
  • Contrato de arrendamento, parceria, meação ou comodato rural
  • Declarações de sindicatos ou associações rurais
  • Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa ou extinta
  • Certidão de nascimento dos filhos com a profissão rural dos pais
  • Histórico escolar ou ficha de matrícula (dos filhos ou do trabalhador), com menção à residência na zona rural
  • Documentos que possuem seu endereço na zona rural 

 

O ideal é que a documentação forme uma linha do tempo, que mostre o seu trabalho no campo ao longo dos 15 anos exigidos por lei.

Inclusive, você pode apresentar documentos em nome de outros membros da sua família (pai, mãe, marido, esposa, filhos, avós, tios etc.).

Porém, só desde que o trabalho tenha acontecido em regime de economia familiar, ok?

E se ficar alguma lacuna, ainda pode chamar pessoas que sabem que você trabalhou na roça, para ajudar como testemunhas.

Agora que você já descobriu se tem direito e qual a documentação necessária, o próximo passo é dar entrada no pedido!

 

💡 Insights ACE: 

  • Formato de listas: É o favorito das IAs e do Google. Ao trazer essa lista, você aumenta as chances do artigo ser a resposta direta para pesquisas como “quais documentos para aposentadoria rural”. 

 

Como fazer o pedido: Passo a passo da aposentadoria rural no INSS 

O processo é quase todo online, como você pode conferir nesse passo a passo simplificado:

 

Infográfico "Aposentadoria Rural: Passo a Passo no Meu INSS" detalhando 4 etapas: organizar documentos e digitalizar provas; acessar o portal gov.br; preencher o pedido anexando arquivos; e acompanhar o andamento pelo celular até a decisão final.

 

Passo 1: Organize os documentos

  • Organize tudo: junte todos os documentos de início de prova material que conseguiu, tire fotos nítidas ou escaneie. 
  • Linha do Tempo: confira se os documentos ajudam a provar o trabalho ao longo dos 15 anos de carência exigidos.

 

Passo 2: Acesse o Meu INSS

  • Meu INSS: acesse o site ou aplicativo e faça login com sua conta Gov.br.
  • Pedido: na página inicial, clique em “Novo Pedido” e busque por “Aposentadoria por Idade Rural”.

 

Passo 3: Informe os dados e anexe os documentos

  • Dados: o sistema vai pedir para você preencher dados pessoais e profissionais.
  • Documentação: na área de anexos, inclua todos os documentos que organizou no Passo 1. Escreva o que cada documento comprova, para facilitar a análise do servidor do INSS.
  • Finalize o pedido: siga os passos que o INSS direcionar até o protocolo. Salve esse comprovante ou anote o número, para você conseguir acompanhar depois. 
  • Entrevista: o INSS pode, se necessário, marcar uma Entrevista de Comprovação da Atividade Rural (antigamente chamada de Justificação Administrativa) para ouvir as testemunhas. 

 

Passo 4: Acompanhe o pedido

  • Andamento: acompanhe o andamento do pedido pelo Meu INSS, na opção “Consultar Pedidos”. O INSS vai analisar e, ao final, dar uma decisão positiva (deferimento) ou negativa (indeferimento).

 

💡 Insights ACE: 

  • Conteúdo de “como fazer”: Instruções que ensinam a usar ferramentas (como o Meu INSS), mantêm o leitor no site por mais tempo, o que sinaliza ao Google que o artigo é de relevante. 
  • Infográficos: Imagens com dados funcionam como “âncoras visuais”, resumindo processos complexos em segundos.
  • Dicas práticas: Orientações específicas, como “escrever o que cada documento comprova para facilitar a análise”, mostra que o advogado tem experiência real e diferencia dos artigos genéricos sobre o tema. 

 

Vale a pena contratar um advogado desde o início? 

Muita gente comete o erro de buscar um advogado só depois que o INSS nega.

Infelizmente, as negativas de aposentadoria rural são muito comuns. 

Então, minha dica é que você conte com um advogado especialista desde o primeiro momento. 

Assim, você vai evitar uma série de dores de cabeça:  

 

  • Perder tempo com documentos incorretos ou que não provam seu trabalho rural
  • Erros que fazem o INSS desconfiar da sua história
  • Ter que ir e voltar várias vezes na agência

 

Porém, se você entrou com o pedido sem um advogado e recebeu a negativa, calma que tem como resolver! 

 

💡 Insights ACE: 

  • Consciência sobre o problema: Tópico de transição, saindo da informação técnica para começar a posicionar o advogado como solução ao desafio atual ou futuro do cliente. O trecho alerta que negativas são comuns, transformando um problema invisível em uma urgência real para o cliente. 

 

O que fazer quando o INSS nega a aposentadoria rural?

Se você já fez o pedido e recebeu uma negativa, procure rápido um escritório com experiência na área. 

O advogado vai analisar por completo sua carta de negativa do INSS, para entender o motivo exato.

Com isso, conseguirá saber qual é o melhor caminho: se vale a pena tentar um recurso no próprio INSS ou se é melhor ir direto para a Justiça com um processo.  

 

💡 Insights ACE: 

  • Consciência sobre a solução: Tópico que posiciona o advogado como solução ao desafio atual ou futuro do cliente, apresentando o que pode ser feito para reverter a negativa, seja na via administrativa ou judicial. 

 

A Justiça está do seu lado contra os abusos do INSS!

Se o INSS negar o seu pedido sem razão, você pode (e deve) entrar com a ação judicial para garantir a aposentadoria por idade rural.

É muito comum reverter a negativa do INSS na Justiça, como mostra essa notícia do próprio site do Tribunal Regional Federal da 1ª Região

 

Imagem de uma notícia jurídica com a manchete: "INSS é condenado a implantar benefício de aposentadoria por idade em favor de um trabalhador rural no prazo de 30 dias". Abaixo, a fachada de uma agência da Previdência Social e um texto detalhando que a decisão foi da 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

 

Inclusive, existem decisões dos Tribunais em outros processos que podemos usar para proteger o seu direito, corrigindo as injustiças do INSS. 

Veja alguns exemplos de questões que já foram discutidas e a Justiça decidiu a favor do trabalhador: 

 

Assunto

Decisão

O que foi decidido?

Prova

Súmula 14 da TNU

Não é necessário ter documentos de todos os anos. Mesmo documentações isoladas, mas com datas próximas, já podem servir para comprovar todo o período.

Testemunhas

Súmula 46 da TNU

É possível usar testemunhas para provar o tempo de trabalho rural.

Trabalho na cidade

Tema 301 da TNU

Ter trabalhado na cidade por um curto período não impede a concessão da aposentadoria rural, desde que o foco da vida do trabalhador seja o campo.

Renda 

Súmula 149 do STJ

O segurado especial (agricultor familiar) pode trabalhar e receber salário por até 120 dias no ano, sem perder a qualidade de segurado rural.

 

Por isso, antes de desistir, converse com um advogado especialista em direito previdenciário

 

💡 Insights ACE: 

  • Prova social: Notícias de condenações do INSS provam que a estratégia jurídica é validada por órgãos oficiais, transformando teoria em resultados reais. Isso diminui o medo do cliente de “lutar contra o governo” e o incentiva a buscar um advogado para garantir o mesmo resultado.
  • Jurisprudência: Não adianta citar ementa ou trecho, é preciso “traduzir” de forma prática e rápida ao cliente. Isso facilita o entendimento e aumenta a percepção de autoridade sobre o advogado.  

 

Advogado Previdenciarista: O aliado para garantir sua aposentadoria rural sem dor de cabeça 

Quando se trata de aposentadoria rural, contar com um advogado previdenciarista faz toda a diferença.

Escritórios com experiência em INSS sabem exatamente como analisar sua documentação, identificar erros e fazer o pedido da forma correta, para evitar atrasos e negativas injustas.

Na prática, um advogado especialista cuida de tudo para você:

 

  • Revisa seus papéis com atenção: analisa todos os seus documentos de trabalho no campo. Vê o que serve como prova, o que está faltando e organiza tudo para que o INSS entenda a sua história de vida de ponta a ponta.

 

  • Monta o pedido perfeito: faz o pedido no INSS já usando as leis e as decisões da Justiça que são a seu favor. Isso faz a previdência levar seu caso a sério desde o início.

 

  • Resolve rápido as negativas: se o INSS disser “não”, o advogado já entra com recurso ou ação judicial, sem deixar você perder tempo.

 

  • Garante o valor correto: além de conquistar o benefício, garante que o valor que você receberá todo mês estará 100% certo.

 

Se você trabalha ou trabalhou no campo e quer se aposentar com tranquilidade, não precisa enfrentar o INSS sozinho.

Uma simples conversa com um advogado previdenciarista já pode esclarecer suas dúvidas e trazer mais segurança. 

Se precisar de ajuda, minha equipe jurídica na XYZ Advogados Associados é altamente especializada em aposentadoria rural.  

Vamos ouvir sua história com atenção, analisar seus documentos e dizer, com clareza, qual é o melhor caminho para garantir sua aposentadoria rural (sem dor de cabeça).

 

💡 Insights ACE: 

  • Tópico final com CTA (chamada para ação): Encerramento que posiciona o advogado como guia, não como vendedor. Apresenta o escritório como solução especializada e mostra estar disposto a ajudar, trazendo o link do canal de atendimento (WhatsApp, formulário, landing page etc.). 
  • Reforço de vantagens e redução de objeções: Destaca o porquê vale a pena contar com um especialista, explorando de forma didática o que o trabalho do advogado entrega ao cliente. 

 

Sem tempo para escrever artigos? A ACE é a parceira que você precisa para delegar sua produção de conteúdo! 

Agora quem volta a falar com você sou eu, a Carol, fundadora da ACE!

Se chegou até aqui, percebeu que este não é um texto jurídico comum.

Como advogada e redatora, resolvi criar uma agência porque cansei de ver dois extremos no marketing jurídico:

 

  • De um lado, conteúdos técnicos demais, que o cliente não entende.
  • Do outro, conteúdos rasos, genéricos e que parecem escritos por quem nunca viveu a rotina do Direito (ou pior, um “copia e cola” de IAs). 

 

O problema é que nenhum desses formatos gera confiança. E sem confiança, não existe conversão.

A ACE nasceu para resolver isso: transformar conhecimento jurídico em conteúdo claro, humano e estratégico.

Se você é advogado e sabe que precisa produzir artigos para seu site, mas não tem tempo de escrever, nosso time pode fazer isso por você. 

Vamos conversar? 

Clique aqui para falar com nossos especialistas.   

Quero entender sua área, seu público e construir uma produção de conteúdo que trabalhe pelo seu escritório enquanto você cuida do que realmente importa. 

Hoje fico por aqui, mas te espero no próximo artigo! 🙂

 

Fontes:

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm

https://www.cjf.jus.br/cjf/corregedoria-da-justica-federal/turma-nacional-de-uniformizacao/temas-representativos/tema-301

https://www.cjf.jus.br/phpdoc/virtus/sumula.php?nsul=46

https://www.cjf.jus.br/phpdoc/virtus/sumula.php?nsul=14

https://www.stj.jus.br/docs_internet/revista/eletronica/stj-revista-sumulas-2010_10_capSumula149.pdf 

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Ana Carolina Evangelista

Advogada e fundadora da ACE.
Apaixonada por marketing e produção de conteúdo jurídico.

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